Participar e contribuir com o Estado para melhorar a vida da comunidade angolana e de cada um dos seus membros. Atuar cada vez mais como fiel parceira do governo.
Segundo seu Patrono, engenheiro José Eduardo dos Santos, a Fundação visa, essencialmente, fazer o bem e servir a sociedade sem esperar contrapartidas materiais. Desfazendo, desta forma, a idéia arraigada de que, em regime de feroz concorrência econômica e social, não é possível manter viva a chama do altruísmo e do amor ao próximo.
Vale salientar, ainda, que as fundações, hoje também denominadas veículos do Terceiro Setor, são instrumentos valiosíssimos para a promoção do desenvolvimento social e para o exercício da cidadania. São forças que têm servido para a realização de ações e objetivos de utilidade pública nos domínios da investigação científica, educação, saúde, filantropia, cultura, esporte, arte, apoio às universidades, instituições sociais e previdência.
Todavia, na nossa sociedade, há quem questione por qual razão devemos fazer caridade ou fazer intervir a iniciativa privada na área social, se as pessoas pagam impostos e contribuições para que o Estado realize a sua função.
Veja, os promotores da FESA não subestimam a capacidade, nem a importância fundamental da ação social do Estado. Acham, contudo, que os cidadãos devem mobilizar-se e organizar-se, sempre que puderem, para conceber e concretizar ações que completem o trabalho dos poderes públicos.
A Fundação acredita no sucesso deste trabalho, baseada no espírito solidário de angolanos e de inúmeras nações do mundo inteiro. Seus objetivos principais são:
Atuar na área da pesquisa, educação e formação universitária, para a elaboração de quadros de alto nível, necessários ao desenvolvimento do país;
Prestar consultorias especiais, oferecendo assistência técnica às instituições públicas e privadas, na busca de soluções apropriadas aos problemas nacionais;
Contribuir com a elaboração de políticas condizentes ao desenvolvimento sustentável do país;
Prestar assistência social e material, através da realização de programas especiais, às populações deslocadas, carentes e mais vulneráveis;
Incentivar a construção de moradias, escolas, postos médicos e infra-estruturas esportivas;
Promover iniciativas econômicas, visando à criação de empregos e a valorização do empresariado nacional;
Realizar, promover ou patrocinar ações de formação e de debate, através de colóquios, seminários e conferências.